“We’re not going to get out of the railway while the Ordinance is not abrogated.”

“We’re not going to get out of the railway while the Ordinance is not abrogated.”

 

Photo: Atenção! Parentes e aliados da causa indígena, Ferrovia da VALE continua bloqueada pelos Awá-Guajá e Guajajara desde terça feira. 
A Justiça Federal determinou a imediata desobstrução da Estrada de Ferro Carajás (EFC), no trecho compreendido entre os povoados Mineirinho e Auzilândia, no município de Alto Alegre do Pindaré, a 340 quilômetros de São Luís. A decisão liminar foi assinada pela juíza Clemência Almada Lima, que está respondendo pela 5ª Vara Federal. A ação feita pela Vale.
Os indígena disseram que não vão se intimidaram com essa ação enquanto não forem intimados, aguardam um representante da Funai de Brasília para conversarem sobre a portaria da AGU. “Não vamos sair da ferrovia enquanto a portaria não for revogada".
Foto: CIMI-MA
com - Eanes Silva Alice Pires Tenetehara Meire Diniz Patira Ferreira Inaldo Gamela Diogo Cabral Igor Almeida Jesus Diniz

 

Attention! Relatives and allies of the indigenous cause, VALE railway still locked by Awá-Guaja and Guajajara since Tuesday.
The Federal Court has determined the immediate clearance of the Estrada de Ferro Carajás (EFC), the excerpt from the Mineirinho e Auzilândia, in the municipality of Alto Alegre do Pindaré, 340 miles from St. Louis.
The injunction was signed by judge Clemência Almada Lima, who is responsible for the 5th Federal Court. The action made by Vale.
The Indians said they are not going to intimidated with this action unless enjoined, awaiting a Funai representative in Brasilia to talk about the Ordinance of AGU. “We’re not going to get out of the railway while the Ordinance is not abrogated.”

 

Atenção! Parentes e aliados da causa indígena, Ferrovia da VALE continua bloqueada pelos Awá-Guajá e Guajajara desde terça feira. A Justiça Federal determinou a imediata desobstrução da Estrada de Ferro Carajás (EFC), no trecho compreendido entre os povoados Mineirinho e Auzilândia, no município de Alto Alegre do Pindaré, a 340 quilômetros de São Luís.
A decisão liminar foi assinada pela juíza Clemência Almada Lima, que está respondendo pela 5ª Vara Federal. A ação feita pela Vale. Os indígena disseram que não vão se intimidaram com essa ação enquanto não forem intimados, aguardam um representante da Funai de Brasília para conversarem sobre a portaria da AGU. “Não vamos sair da ferrovia enquanto a portaria não for revogada”.
Foto: CIMI-MA com

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