CARTA ~ ALDEIA MARACANÃ ~ MUSEU DO INDIO

CARTA GIGANTE ENTREGUE NA ALDEIA MARACANà    PELA VIDA DO PÁSSARO MARACANà 

 O 4º Encontro Nacional dos Grupos Agroecológicos ENGA, que ocorreu em Viçosa – MG entre os dias, 13 à 18 de novembro de 2012, declara por meio dessa carta o apoio à permanência dos povos indígenas na Aldeia Maracanã na qual os povos vem sendo ameaçados de expropriação para a instalação das obras da Copa do Mundo de 2014.

   Nos consideramos diretamente afetados por essa obra, pois a agroecologia se dedica à sustentabilidade,do compromisso ético em defesa da vida e do bom usi da terra. Assim entendemos e defendemos a legitimidade da permanência dos povos indígenas na Aldeia Maracanã, povos detentores de conhecimentos ancestrais, ecológicos e etnobotânicos, saberes necessários para a construção de uma sociedade sustentável.    O nome Maracanã, nome de origem indígena que se refere a um pássaro típico da região, demonstrando assim a resistência dos povos originários e suas influências na formação deste território.    Não aceitamos a riqueza da Aldeia Maracanã, conquistada por meio da luta e resistência dos povos originários e parceiros, seja derrubada e enterrada por motivos econômicos, queremos um MUSEU DO INDIO VIVO. Dentre esses parceiros destacamos o Marechal Rondon que inaugurou no local o Serviço de Proteção do Índio (SPI), e o antropólogo Darcy Ribeiro que ali criou 0 1º Museu do Índio da América Latina no intuito de defender e divulgar a cultura indígena.    Entendemos que esse projeto político de expulsão dos indígenas e derrubada da Aldeia Maracanã vai contra a constituição que os Direitos Humanos no que se refere ao direito da terra, a diversidade e a presentação do Patrimônio Histórico e Cultural.    Sendo assim, o ENGA se declara em defesa da VIDA, da vida dos bichos, das florestas. das águas, da humanidade e da Terra, mãe de todos nós. Lutamos pela VIDA, exigimos que a vida possa continuar brotando na Aldeia Maracanã, que suas raízes possam permanecer nessa terra e que esse patrimônio da humanidade possa prosseguir com seu trabalho de difusão da cultura indígena, ensinando aos brasileiros sua origens e histórias, para que desse modo passamos nos (RE) conhecer enquanto O POVO BRASILEIRO.    Mario  Rede Ecovida

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LETTER GIGANTE DELIVERED IN VILLAGE MARACANÃ

BY LIFE THE BIRD MARACANÃ

The 4th national meeting of Ecological Groups ENGA, which took place in Viçosa-MG between day 13 to November 18, 2012, declares through this letter supporting the permanence of indigenous peoples in the village “in which people have been threatened with expropriation for the installation of the works of the 2014 World Cup.
We consider ourselves directly affected by this work, because the Agroecology is dedicated to sustainability, ethical commitment in defense of life and the good Earth usi. So we understand and defend the legitimacy of the permanence of indigenous peoples in the Maracanã Stadium, Village people in possession of ancestral knowledge, ecological and ethnobotanists, knowledge required to build a sustainable society.
The name Maracanã, name of indigenous origin that refers to a typical bird of the region, thus demonstrating the strength of the native peoples and their influences in the formation of this territory.
We do not accept the wealth of the village Maracana, won through the struggle and resistance of peoples originating in and partners, is overthrown and buried by economic reasons, want a Museum of INDIO. Among these partners are the Marechal Rondon that ushered in the Indian protection service (SPI), and the anthropologist Darcy Ribeiro who created 0 1st Indian Museum of Latin America in order to defend and disseminate indigenous culture.
We believe that this political project of expulsion of indigenous people and overthrow the village Maracana goes against the Constitution that human rights with regard to land, the diversity and the presentation of the historical and Cultural heritage.
Thus, the ENGA himself declares in defence of life, the lives of animals, forests. waters, of humanity and the Earth, the mother of us all. We fight for life, we demand that life can continue sprouting in Maracana, which its roots can stay on this earth and that this heritage of humanity can proceed with his work of dissemination of indigenous culture, teaching the Brazilians their origins and stories, so that thereby we passed in (RE) meet while the BRAZILIAN PEOPLE.
Mario
Ecovida Network
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