CURRENT EMAIL ACTIONS !!! STOP BELO MONTE!

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EMAIL ACTIONS !!!

use the following emails please:

gabinetepessoal@presidencia.gov.br
sg@planalto.gov.br
ouvidoriageral@mj.gov.br
articulacaosocial@presidencia.gov.br
xinguvivo@yahoo.com.br
~~~~~~~
Write a private letter and send it directly to President’s desk by using this address:
HE Presidente Dilma Rousseff
Presidente da República Federativa do Brasil
Gabinete do Presidente   …
Palácio do Planalto
Praça dos Três Poderes
70150-900
Brasilia DF Brazil.
~~~~~~~~~~~~~~~~
letter in english~
Your Excelency Presidente Dilma Rousseff,
Please acknowledge my support of the following manifesto hereby this letter you have now received from me today.
Thank You
Manifesto: “All support to the indigenous occupation in the construction of the Belo Monte dam” Companions and fellow struggle in defense of life, rivers, forest and the animals of the Pan-Amazon: We are in a very important moment in the fight against the Brazilian Government project for the Amazon, developmental delay and authoritarian proposal that exhausted the natural riches of the region and destroy the planet, the Belo Monte dam and other dams as flagship of this process. Approximately 200 indigenous ethnic 08, Juruna, Xipaya Kayapó, Parakanã, Asurini, Kuruaya, Arara, Munduruku, are at this very moment occupying the main construction of Belo Monte, resisting the pressure and the siege of the National Force, Federal Police, ROTATE and shock troops of the military police of Pará. The agenda presented by these natives can be summed up in three points: require that regulated the legislation that deals with the consultation, free, well informed and with power of decision on the construction of projects on their lands, rivers and forests; demand that, as long as there is no regulation and consultation be suspended the works and studies of new dams in their areas; and they are cancelled the police and military operations that the federal Government is doing in their lands. The letter he wrote to the Brazilian Government on May 2, 2013 is clear about their intentions, she says: “we want to have a dialogue, but you are not letting the people speak. That’s why we have dealt with your construction site. You need to stop everything and just hear us “. Who is “in dialogue” with the Indians, on behalf of the federal Government, is the National Force, which after a warrant has journalists who were covering the occupation, is not allowing lawyers to have access to the construction site, and has stated that the rulers have said they will not negotiate with the Indians while they are there, in this way, they should get out before it is removed. This provocative and belligerent posture if further strengthens with the decrees no. 7957/2013, signed by President Dilma Rousseff on March 12, which gives powers to the federal Government itself, through his ministers of State, to convene the National Force in any situation that assess required. Exacerbating this situation, the General Secretariat of the Presidency of the Republic issued an official note in your site on 06.05.13, with extremely aggressive content and disseminating false versions about recent events, such as the military operations in the Teles Pires and Tapajós, and meetings handled by the federal Government, saved by strong military repression apparatus. This is the dialogue that the federal Government presents to the indigenous peoples of the Amazon, the dialogue of truculence, of slander, defamation and militarization. Great contradiction, because a Government that has as its President a person who was persecuted by the military dictatorship, in no way should pursue indigenous and social movements, much less so reactionary, authoritarian, undemocratic and petty. Systematic action of the current Government. That’s why the indigenous peoples that occupy the construction site need all our support and solidarity. They represent our conviction, our struggle, our desire to build a just world for everyone, where the benefits are not for politicians and businessmen liars, greedy and corrupt. This solidarity must manifest in all forms, through our political support; with the release of what is occurring in the region, especially after the withdrawal of journalists; and even with our financial support for the maintenance of those who, at this moment, are besieged by the military forces in Belo Monte. Belo Monte is not a fait accompli, the “Monster” can still be defeated, but for that we believe is necessary to make use of all our forces in a movement of unity and solidarity with the peoples of the Amazon, echoing their agenda to Brazil and to the world. The warriors and warriors of the Xingu, Tapajós, Teles Pires, from Amazon, need to know they are not alone in this arduous and unequal battle.
The fight is our fight. Their victory will be our victory.
The rules of the law of prior consultation, free, well informed and with power of decision.
By the end of the militarization in indigenous lands.
Stop the hydroelectric project of the Tapajós!
Stop the construction of the Belo Monte dam!
The Pan-Amazon free!
Belem, May 7, 2013

~~~ please copy and send the following to the above email addresses thank you~~~

Sua Excelência Presidente Dilma Rousseff,

Por favor reconheça meu apoio do seguinte manifesto pelo presente esta carta que agora recebestes de mim hoje.

Obrigado,

Manifesto: “Todo apoio à ocupação indígena nos canteiros de Belo Monte” Companheiras e companheiros de luta em defesa da vida, dos rios, da floresta e dos animais da Pan-Amazônia: Estamos em um momento muito importante da luta contra o projeto do governo brasileiro para a Amazônia, proposta desenvolvimentista atrasada e autoritária que exaure as riquezas naturais da região e destrói o planeta, tendo a usina de Belo Monte e as demais barragens como carro chefe deste processo. Aproximadamente 200 indígenas de 08 etnias, Juruna, Kayapó, Xipaya, Kuruaya, Asurini, Parakanã, Arara, Munduruku, estão neste exato momento ocupando o canteiro principal de Belo Monte, resistindo a pressão e ao cerco da Força Nacional, Polícia Federal, ROTAM e tropa de choque da Polícia Militar do Pará. A pauta apresentada por estes indígenas pode ser resumida em três pontos: exigem que seja regulamentada a legislação que trata da consulta prévia, livre, bem informada e com poder de decisão sobre a construção de empreendimentos em suas terras, rios e florestas; demandam que, enquanto não houver regulamentação e consulta, sejam suspensas as obras e estudos de novas barragens em suas áreas; e que sejam canceladas as operações policiais e militares que o governo federal está realizando em suas terras. A carta que escreveram ao governo brasileiro no dia 02 de maio de 2013 é clara em relação as suas intenções, ela diz: “Nós queremos dialogar, mas vocês não estão deixando a gente falar. Por isso nós ocupamos o seu canteiro de obras. Vocês precisam parar tudo e simplesmente nos ouvir”. Quem está “dialogando” com os indígenas, em nome do governo federal, é a Força Nacional, que depois de um mandado judicial retirou os jornalistas que estavam cobrindo a ocupação, não está permitindo que os advogados tenham acesso ao canteiro, e tem afirmado que os governantes já disseram que não vão negociar com os indígenas enquanto eles estiverem lá, desta forma, eles deveriam sair antes que sejam retirados a força. Esta postura provocativa e beligerante se reforça ainda mais com decretos como o de nº 7957/2013, assinado pela presidente Dilma Rousseff no dia 12 de março, que dá poderes ao próprio governo federal, através de seus ministros de estado, para convocar a Força Nacional em qualquer situação que avaliarem necessário. Agravando essa situação, a Secretaria Geral da Presidência da República emitiu nota oficial em seu sítio, no dia 06.05.13, com conteúdo extremamente agressivo e divulgando versões falsas sobre recentes acontecimentos, como as operações militares no Teles Pires e Tapajós, e as reuniões manipuladas pelo governo federal, guardadas por forte aparato militar repressor. Este é o diálogo que o governo federal apresenta aos povos indígenas da Amazônia, o diálogo da truculência, da calunia, da difamação e da militarização. Grande contradição, pois um governo que tem como presidente uma pessoa que foi perseguida pela ditadura militar, de forma nenhuma deveria perseguir indígenas e movimentos sociais, muito menos de maneira tão reacionária, autoritária, mesquinha e antidemocrática. Ação sistemática do atual governo. É por isso que os povos indígenas que ocupam o canteiro precisam de todo nosso apoio e solidariedade. Eles representam a nossa convicção, a nossa luta, o nosso desejo de construir um mundo justo para todos, onde os benefícios não sejam para políticos e empresários mentirosos, gananciosos e corruptos. Esta solidariedade precisa se manifestar de todas as formas, através de nosso apoio político; com a divulgação do que está ocorrendo na região, em especial depois da retirada dos jornalistas; e inclusive com nosso apoio financeiro para a manutenção daqueles que, neste momento, estão sitiados pelas forças militares em Belo Monte. Belo Monte NÃO é um fato consumado, o “Monstro” ainda pode ser derrotado, mas para isso acreditamos ser necessário lançar mão de todas as nossas forças em um movimento de unidade e de solidariedade aos povos da Amazônia, ecoando a sua pauta ao Brasil e ao mundo. Os guerreiros e guerreiras do Xingu, Tapajós, Teles Pires, da Amazônia, precisam saber que não estão sozinhos nesta árdua e desigual batalha. A luta deles é a nossa luta. A vitória deles será também a nossa vitória. Pela regulamentação da lei de consulta prévia, livre, bem informada e com poder de decisão. Pelo fim da militarização em terras indígenas. Pare o projeto das hidrelétricas do Tapajós! Pare a construção de Belo Monte! Pan-Amazônia livre! Belém, 07 de maio de 2013

Assinam esta nota: – Alternativas para a Pequena Agricultura no Tocantins (APA-TO) – Associação Brasileira dos Ogãs (ABO) – Associação das Organizações das Mulheres Trabalhadoras do Baixo Amazonas (AOMT-BAM) – Associação de Artesãos do Estado do Amapá (AART – AP) – Associação de Divisão Comunitária e Popular (ADCP) – Associação de Gays, Lésbicas e Transgêneros de Santana (AGLTS) – Associação de Hortifrutigranjeiros, Pescadores e Ribeirinhos de Marabá (AHPRIM) – Associação de Moradores Quilombolas da Comunidade de São Tomé do Aporema (AMQCSTA) – Associação de Mulheres do Abacate da Pedreira (AMAP) – Associação de Mulheres Mãe Venina do Quilombo do Curiaú (AMVQC) – Associação de Proteção ao Riacho Estrela e Meio Ambiente (APREMA) – Associação dos Moradores do Bengui (AMOB) – Associação Educacional Mariá (AEM) – Associação em Áreas de Assentamento no Estado do Maranhão (ASSEMA) – Associação Grupo Beneficente Novo Mundo (GBNM) – Associação Sociocultural de Umbanda e Mina Nagô (ACUMNAGRA) – Encanto – Casa Oito de Março – Organização Feminista do Tocantins – Centro de Cultura Negra do Maranhão (CCN) – Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará (CEDENPA) – Centro de Treinamento e Tecnologia Alternativa Tipiti (CENTRO TIPITI) – Centro Pedagógico e Cultural da Vila Nova (CPCVN) – Centro Popular pelo Direito a Cidade (CPDC) – Coletivo Jovem de meio Ambiente do Pará (CJ-PA) – Comunidade de saúde, desenvolvimento e educação (COMSAÚDE) – Confederação Nacional das Associações de Moradores (CONAM) – Cooperativa de Mulheres Trabalhadoras da Bacia do Bacanga (COMTRABB) – Cooperativa de Trabalho, Assistência Técnica, Prestação de Serviço e Extensão Rural (COOPTER) – Federação das Associações de Moradores e Organizações Comunitárias de Santarém (FAMCOS) – Federação das Entidades Comunitárias do Estado do Amapá (FECAP) – Federação de Cultos Afro-religiosos de Umbanda e Mina Nagô (FECARUMINA) – Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (FASE – Programa Amazônia) – Fórum Carajás – Fórum de Participação Popular em Defesa dos Lagos Bolonha e Água Preta e da APA/Belém – Fórum dos Lagos – Fórum dos Movimentos Sociais da BR-163/PA (FMS BR-163) – Fórum dos Movimentos Sociais de Belterra (FMSB) – Fundação Tocaia (FunTocaia) – Grupo das Homossexuais Thildes do Amapá (GHATA) – Grupo Identidade LGBT – Grupo Ipê Amarelo pela Livre Orientação Sexual (GIAMA) – Instituto de Desenvolvimento Social e Apoio aos Direitos Humanos Caratateua (ISAHC) – Instituto de Divulgação da Amazônia (IDA) – Instituto de Mulheres Negras do Amapá (IMENA) – Instituto EcoVida – Instituto Saber Ser Amazônia Ribeirinha (ISSAR) – Instituto Trabalho Vivo (ITV) – Irmãs de Notre Dame de Namur (SNDdeN) – Marcha Mundial das Mulheres (MMM – AP) – Movimento dos Trabalhadores Sem Teto Urbano (MSTU) – Movimento Afrodescendete do Pará (MOCAMBO) – Movimento de Mulheres das Ilhas de Belém (MMIB) – Movimento de Mulheres Empreendedoras da Amazônia (Moema) – Movimento de Promoção da Mulher (Moprom) – Movimento República de Emaús (MRE) – Mulheres de Axé – Rede de Educação Cidadã (RECID) – Sindicato das Empregadas Domésticas do Estado do Amapá (SINDOMESTICA) – Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Santarém (STTR/STM) – Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR-MA) – Sociedade de Defesa dos Direitos Sexuais na Amazônia (SODIREITOS) – União Folclórica de Campina Grande (UFCG) – União Municipal das Associações de Moradores de Laranjal do Jarí (UMAMLAJ) – Associação Paraense de Apoio às Comunidades Carentes (APACC) – Associação dos Concursados do Pará (ASCONPA) – Associação Sindical Unidos Pra Lutar – Comissão Pastora da Terra (CPT/PA) – Conselho Indigenista Missionário Regional Norte II (CIMI) – Comitê Dorothy – Central Sindical e Popular CONLUTAS – Diretório Central dos Estudantes/UFPA – Diretório Central dos Estudantes/UNAMA – Diretório Central dos Estudantes/UEPA – Diretório Central dos Estudantes/UFRA – Fórum da Amazônia Oriental (FAOR) – Fórum Social Pan-Amazônico (FSPA) – Fundo Dema/FASE – Instituto Amazônia Solidária e Sustentável (IAMAS) – Instituto Universidade Popular (UNIPOP) – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) – Movimento Luta de Classes (MLC) – Movimento Estudantil Vamos à Luta – Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) – Partido Comunista Brasileiro (PCB) – Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU) – Partido Comunista Revolucionário (PCR) – Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH) – Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal do Pará (SINTSEP/PA) – Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil de Belém e Ananindeua – Vegetarianos em Movimento (VEM) – Associação Indígena Tembé de Santa Maria do Pará (AITESAMPA) – Associação dos Empregados do Banco da Amazônia (AEBA) – Fórum de Mulheres da Amazônia Paraense (FMAP) – Grupo de Mulheres Brasileiras (GMB) – Instituto Amazônico de Planejamento, Gestão Urbana e Ambiental (IAGUA) – Mana-Maní Círculo Aberto de Comunicação, Educação e Cultura – Rede de Juventude e Meio Ambiente (REJUMA) – Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN) – Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Gestão Ambiental do Estado do Pará (SINDIAMBIENTAL) – JUNTOS! Coletivo de Juventude – Sindicato dos Trabalhadores das Instituições Federais de Ensino Superior no Estado do Pará (SINDTIFES) – Tô Coletivo – Assembléia Nacional dos Estudantes – Livre (ANEL) – Grêmio da Escola Estadual “Ulysses Guimarães” – Contraponto – Associação dos Funcionários do BANPARÁ (AFBEPA) – ASW Aktionsgemeinschaft Solidarische Welt – Instituto Humanitas, Belém/Pa – Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB) – Amazon Watch – Associação Indígena Kawaip Kayabi – GT Combate ao Racismo Ambiental da RBJA e entidades e militantes que o integram: Entidades: 1. AATR – Associação de Advogados de Trabalhadores Rurais no Estado da Bahia – Salvador – BA 2. Amigos da Terra Brasil – Porto Alegre – RS 3. ANAÍ – Salvador – BA 4. APROMAC – Associação de Proteção ao Meio Ambiente de Cianorte – PR 5. Associação Aritaguá – Ilhéus – BA 6. Associação de Moradores de Porto das Caixas (vítimas do derramamento de óleo da Ferrovia Centro Atlântica) – Itaboraí – RJ 7. Associação Socioambiental Verdemar – Cachoeira – BA 8. CEDEFES (Centro de Documentação Eloy Ferreira da Silva) – Belo Horizonte – MG 9. Central Única das Favelas (CUFA-CEARÁ) – Fortaleza – CE 10. Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará (CEDENPA) – Belém – PA 11. Centro de Cultura Negra do Maranhão – São Luís – MA 12. Coordenação Nacional de Juventude Negra – Recife – PE 13. CEPEDES (Centro de Estudos e Pesquisas para o Desenvolvimento do Extremo Sul da Bahia) – Eunápolis – BA 14. CEERT (Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades) – São Paulo – SP 15. CPP (Conselho Pastoral dos Pescadores) Nacional 16. CPP BA – Salvador – BA 17. CPP CE – Fortaleza – CE 18. CPP Nordeste – Recife (PE, AL, SE, PB, RN) 19. CPP Norte (Paz e Bem) – Belém – PA 20. CPP Juazeiro – BA 21. CPT – Comissão Pastoral da Terra Nacional 22. CRIOLA – Rio de Janeiro – RJ 23. EKOS – Instituto para a Justiça e a Equidade – São Luís – MA 24. FAOR – Fórum da Amazônia Oriental – Belém – PA 25. FAPP-BG – Fórum dos Atingidos pela Indústria do Petróleo e Petroquímica nas Cercanias da Baía de Guanabara – RJ 26. Fase Amazônia – Belém – PA 27. Fase Nacional (Núcleo Brasil Sustentável) – Rio de Janeiro – RJ 28. FDA (Frente em Defesa da Amazônia) – Santarém – PA 29. Fórum Carajás – São Luís – MA 30. Fórum de Defesa da Zona Costeira do Ceará – Fortaleza – CE 31. FUNAGUAS – Terezina – PI 32. GELEDÉS – Instituto da Mulher Negra – São Paulo – SP 33. Grupo de Pesquisa da UFPB – Sustentabilidade, Impacto e Gestão Ambiental – PB 34. GPEA (Grupo Pesquisador em Educação Ambiental da UFMT) – Cuiabá – MT 35. Grupo de Pesquisa Historicidade do Estado e do Direito: interações sociedade e meio ambiente, da UFBA – Salvador – BA 36. GT Observatório e GT Água e Meio Ambiente do Fórum da Amazônia Oriental (FAOR) – Belém – PA 37. IARA – Rio de Janeiro – RJ 38. Ibase – Rio de Janeiro – RJ 39. INESC – Brasília – DF 40. Instituto Búzios – Salvador – BA 41. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense – IF Fluminense – Macaé – RJ 42. Instituto Terramar – Fortaleza – CE 43. ISER – Instituto de Estudos da Religião – Rio de Janeiro – RJ 44. Justiça Global 45. Movimento Cultura de Rua (MCR) – Fortaleza – CE 46. Movimento Popular de Saúde de Santo Amaro da Purificação (MOPS) – Santo Amaro da Purificação – BA 47. Movimento Wangari Maathai – Salvador – BA 48. NINJA – Núcleo de Investigações em Justiça Ambiental (Universidade Federal de São João del-Rei) – São João del-Rei – MG 49. Núcleo TRAMAS (Trabalho Meio Ambiente e Saúde para Sustentabilidade/UFC) – Fortaleza – CE 50. Observatório Ambiental Alberto Ribeiro Lamego – Macaé – RJ 51. Omolaiyè (Sociedade de Estudos Étnicos, Políticos, Sociais e Culturais) – Aracajú – SE 52. ONG.GDASI – Grupo de Defesa Ambiental e Social de Itacuruçá – Mangaratiba – RJ 53. Opção Brasil – São Paulo – SP 54. Oriashé Sociedade Brasileira de Cultura e Arte Negra – São Paulo – SP 55. Projeto Recriar – Ouro Preto – MG 56. Rede Axé Dudu – Cuiabá – MT 57. Rede Matogrossense de Educação Ambiental – Cuiabá – MT 58. RENAP Ceará – Fortaleza – CE 59. Sociedade de Melhoramentos do São Manoel – São Manoel – SP 60. Terra de Direitos 61. TOXISPHERA – Associação de Saúde Ambiental – PR Participantes individuais: 1. Ana Almeida – Salvador – BA 2. Ana Paula Cavalcanti – Rio de Janeiro – RJ 3. Angélica Cosenza Rodrigues – Juiz de Fora – Minas 4. Carmela Morena Zigoni – Brasília – DF 5. Cíntia Beatriz Müller – Salvador – BA 6. Cláudio Silva – Rio de Janeiro – RJ 7. Daniel Fonsêca – Fortaleza – CE 8. Daniel Silvestre – Brasília – DF 9. Danilo D’Addio Chammas – São Luiz – MA 10. Diogo Rocha – Rio de Janeiro – RJ 11. Florival de José de Souza Filho – Aracajú – SE 12. Igor Vitorino – Vitória – ES 13. Janaína Tude Sevá – Rio de Janeiro – RJ 14. Josie Rabelo – Recife – PE 15. Juliana Souza – Rio de Janeiro – RJ 16. Leila Santana – Juazeiro – BA 17. Luan Gomes dos Santos de Oliveira – Natal – RN 18. Luís Claúdio Teixeira (FAOR e CIMI) Belém- PA 19. Maria do Carmo Barcellos – Cacoal – RO 20. Maria do Socorro Diógenes Pinto (Renap) – Natal – RN 21. Maurício Paixão – São Luís – MA 22. Mauricio Sebastian Berger – Córdoba, Argentina 23. Norma Felicidade Lopes da Silva Valencio – São Carlos – SP 24. Pedro Rapozo – Manaus – AM 25. Raquel Giffoni Pinto – Volta Redonda – RJ 26. Ricardo Stanziola – São Paulo – SP 27. Ruben Siqueira – Salvador – BA 28. Rui Kureda – São Paulo – SP 29. Samuel Marques – Salvador – BA 30. Sebastião Raulino – Rio de Janeiro – RJ 31. Tania Pacheco – Rio de Janeiro – RJ 32. Telma Monteiro – Juquitiba – SP 33. Teresa Cristina Vital de Sousa – Recife – PE 34. Tereza Ribeiro – Rio de Janeiro – RJ 35. Vânia Regina de Carvalho – Belém – PA Outras assinaturas individuais:- Juliana de Paula Batista – advogada.

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~~~~~~~~~~ACTION 2

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