CYCLE OF CONFERENCES “THE DAMS”

CYCLE OF CONFERENCES

“THE DAMS … Reverse an order of nature and the social world of traditional peoples and communities “,

in NAEA/UFPA, from day 21/05, with programming that will extend throughout the second half.

The first Conference will be “rights and social determinants of health in hydroelectric works”,
with the Federal Prosecutor Dr. FELICIO PONTES Jr.

Date: May 21 time: 3:0 pm.
Venue: Auditorium of the NAEA.
The development model for the Amazon has been historically, predatory and exclusionary.  This model, centered on infrastructure megaprojects (mining, hydroelectric projects, etc.), incentives to livestock, agribusiness, penalizes people and traditional communities, residents of cities that are not being processed by these projects.
Studies conducted in different regions of the developing world show social and environmental effects of mega-dams. The construction of hydroelectric dams in the Amazon produces negative effects of great magnitude: there are socio-economic and ecological disruption, formation of the Great Lakes, tropical forests, flood causing biodiversity loss and changes in the epidemiological profile, producing deleterious effects on the health and life of the local population. So happened in Tucuruí (PA) and Balbina (AM). 
The Amazon is considered to be in compliance with that border its rivers (Tocantins, Araguaia, Xingu, Madeira and Tapajós) account for 63% of the Brazilian hydroelectric potential.
The Belo Monte hydroelectric development, the largest and main work of PAC, receives criticism from several national and international sectors by environmental, social impacts that will focus on ecosystems, indigenous peoples, rural workers and riverine populations of Xingu.

 Among the criticisms leveled at the Belo Monte project are:

a) lack of precision on ways to compensate for the family that will be impacted by the work.
b) Oversizing of energy and jobs that will be created.
c) Underestimation of the urban and rural populations that will be affected by the work.
d) social and environmental consequences of the Disregard) project in the stretch of the Xingu River that will have its reduced flow.

With an estimated cost of $ 32 billion, Belo Monte puts forward 12 public civil actions in Federal Court and a petition with more than one million and three hundred and fifty thousand signatures collected requesting the immediate interruption of the work.

Photo: CICLO DE CONFERÊNCIAS  "AS HIDRELÉTRICAS... Invertem uma ordem da Natureza e do mundo social dos povos e comunidades tradicionais", no NAEA/UFPA, a partir do dia 21/05, com programação que se estenderá por todo o segundo semestre. A primeira conferência será "Direitos e Determinantes sociais da saúde em obras de hidrelétrica", com o Procurador da República DR. FELÍCIO PONTES JR.Data:  21 de maioHorário:  15h.Local: Auditório do NAEA.___________________________________________O modelo de desenvolvimento para a Amazônia tem sido historicamente, predatório e excludente.  Esse modelo, centrado em megaprojetos de infraestrutura (projeto de mineração, projetos hidrelétricos, etc), estímulo à pecuária, ao agronegócio, penaliza povos e comunidades tradicionais,  moradores das cidades que  que não estão sendo beneficiados por esses projetos.  Estudos realizados em diferentes regiões de países em desenvolvimento evidenciam efeitos sociais e ambientais de mega-hidrelétricas. A construção de hidrelétricas na Amazônia produz efeitos negativos de grande magnitude: há desestruturação sócio-econômica e ecológica, formação de grandes lagos, inundação de florestas tropicais, provocando perda da biodiversidade e mudanças no perfil epidemiológico, produzindo efeitos deletérios sobre   a saúde e a vida da população local. Assim aconteceu em Tucuruí (PA) e Balbina (AM).  A Amazônia é considerada como fronteira energética na observância de que seus rios (Tocantins, Madeira, Araguaia, Xingu e Tapajós) respondem por 63% do potencial hidrelétrico brasileiro. O Aproveitamento Hidrelétrico de Belo Monte, a maior e principal obra do PAC, recebe  críticas de vários setores nacionais e internacionais pelos impactos ambientais, sociais que incidirão sobre os ecossistemas, povos indígenas, populações ribeirinhas e trabalhadores rurais do  Xingu. Entre as críticas feitas ao projeto Belo Monte destacam-se:  a) Falta de precisão sobre formas de compensar as família que serão impactadas pela obra. b)  Superdimensionamento da energia e dos empregos que serão criados. c) Subestimação das populações urbanas e rurais que serão afetadas pela obra.d)  Desconsideração das consequências socioambientais do projeto no trecho do rio Xingu que terá sua vazão reduzida. Com uma estimativa de custo de R$ 32 bilhões,  Belo Monte avança com 12 ações civis públicas no Tribunal Superior Federal e uma petição com mais de um milhão e trezentas e cinquenta mil assinaturas recolhidas, solicitando a interrupção imediata da obra.
Procurador da República DR. FELÍCIO PONTES JR.
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