OCCUPATION OF THE VILLAGE MARACANÃ AT THE MUSEU DO ÍNDIO

part 2

 

Published on Jul 16, 2016
I don’t have much fear to compare the current Western powers with the Nazi regime. What we live post-Reagan will probably be known as the era of Terror and evil, that Arendt already denounced trivialized, is now universal daily.
In the specific case of Brazil, I can’t even distinguish how the Germans treated the Jews in the years 30 and how we treat our original peoples. The humiliation, contempt, the theft, the murders were also phased out there.
In a country that goes from Dilma to Temer, Maia wedge, it’s not an exaggeration to say that the prospect of a final solution of a Holocaust is only a matter of time for the indigenous population.
And as expected, Indian extermination is more an Olympic discipline of Rio 2016. Since 2012 the Indians of the maracanã has been persecuted, village harassed, robbed. As in ancient techniques, various ethnicity to bribe attack, using own Indians as captains of the jungle to confuse public opinion.
Currently in dispute with the State, the representatives of the village maracanã occupy the Indian Museum. In the same way as the artistic middle class occupies the Minc. But the treatment is different. And once again was attacked illegally, genocidal, as if they were disposable waste.
This is a debt and Brazil never prosper while being built on an Indian burial ground. The blood is on the hands of all of us.
The undeniable truth is that there is an ongoing extermination. The truth is that the Portuguese Crown, poured in financial authorities handed over to foreign powers and locals never could admit the simple existence of people who were already on this earth;
I was going to edit at 30 or 40 seconds ash‘s statement on the eviction who suffered, but I couldn’t.
Watch. Pass along.

ALL SUPPORT THE OCCUPATION OF THE VILLAGE MARACANÃ AT THE MUSEU DO ÍNDIO.
We have 30 people approximate resisting and occupying the entrance to the museum of the Indian, the headquarters of Funai (street of palm trees, 55).

We are wounded and emotionally exhausted. We need more people here.
The Funiô are still inside the Indian Museum, and they are armed, receiving the support of the own funai for to lean on us. The strategy is to say that it was a fight between tribes and has nothing to do with the Indian Museum, but it was the direction that freed the entry of them this morning.
It makes 3 days that we are asking for the entry of our relatives and they don’t allow.
As the security guards can’t bully us, indigenous, hired to do that and they’re saying it has nothing to do with them. A lie!

We will persist in the fight
We want the end of the state of the culture of inciting hatred against the indigenous peoples.

Our main demand is for the immediate reinstatement of possession territory of maracanã village that is ours, for the continuity to our intercultural Indian University.
We want the extinction of the PEC 215.
Published on Jul 16, 2016

Eu não tenho muito receio em comparar as atuais potências ocidentais com o regime nazista. O que nós vivemos pós-Reagan provavelmente será conhecido como era do Terror, e o mal, que Arendt já denunciava banalizado, é agora diário e universal.

No caso específico do Brasil, não consigo mesmo distinguir o modo como os alemães tratavam os judeus nos anos 30 e como nós tratamos nossos povos originários. A humilhação, o desprezo, o roubo, os assassinatos também eram progressivos ali.

Em um país que vai de Dilma a Temer, de Cunha a Maia, não é um exagero dizer que a perspectiva de uma “solução final” de um “holocausto” é só uma questão de tempo para a população indígena.

E como não poderia deixar de ser, extermínio indígena é mais uma modalidade olímpica do Rio 2016. Desde 2012 os índios da aldeia maracanã vem sendo perseguidos, assediados, roubados. Como em técnicas centenárias, subornam etnias diversas para se atacarem, usando próprios índios como capitães do mato para confundir a opinião pública.

Atualmente, em litígio com o estado, os representantes da aldeia maracanã ocupam o museu do índio. Do mesmo modo que a classe média artística ocupa o Minc. Só que o tratamento é bem diferente.E mais uma vez foram atacados de forma ilegal, genocida, como se fossem lixos, descartáveis.
Essa é uma senhora dívida e o Brasil jamais prosperará enquanto estiver sendo construído em um cemitério indígena. O Sangue está nas mãos de todos nós.

A verdade inegável é que existe um extermínio em curso. A verdade é que a coroa portuguesa, vertida em capitanias financeiras, entregue às potências exteriores e chefões locais nunca conseguiu admitir a simples existência dos povos que já estavam nessa terra;

Eu ia editar em 30 ou 40 segundos o depoimento do ash sobre a desocupação que sofreram, mas não consegui.

Assistam. Repassem.

TODO APOIO A OCUPAÇÃO DA ALDEIA MARACANÃ NO MUSEU DO ÍNDIO.

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