CONTINUES AT THE MUSEUM BOTAFOGO

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O episódio mais recente desse martírio foi a ocupação legítima do Museu do Índio, em botafogo, após o COI proibir que o povo da Aldeia realizasse seus rituais e procedimentos da Universidade Indígena Aldeia Marakanã em seu local de direito. Roubados pelo consórcio corrupto do Maracanã, liderado pela Odebrecht. Sem ter seus direitos respeitados. Convidados por um chamado nacional Ocupa Funai. Os integrantes da Aldeia Marakanã se estabeleceram pacificamente no Museu do Índio , com suas famílias, para exercer suas demandas políticas. As demandas dos ocupantes são de que a Universidade Índigena da Aldeia Marakanã tenha imediata reintegração de posse, contra as empreiteiras corruptas, para que possa dar sequência aos trabalhos já iniciados. Pedem também o fim do extermínio dos povos originários pelo Brasil, o fim do racismo ambiental, que a presidência da FUNAI seja ocupada por um representante dos povos indígenas, e a extinção da PEC 215.

– > Depois de reconhecida legalmente a ocupação do Museu do Índio, constatado o caratér legitimo da disputa e pacífico dos ocupantes;

– > Depois de negado o pedido de reintegração de posse, feito por parte do Museu;

A administração contratou capangas de origem indígena que espancaram, quebraram e roubaram os pertences, além de expulsarem ilegalmente os ocupantes da Aldeia Marakanã. Ameaçando a vida inclusive de mulheres e crianças. Participaram também da agressão funcionários do museu, seguranças particulares, e policiais à paisana armados.

Os ocupantes da Aldeia Marakanã e seus apoiadores fizeram uma vígilia durante toda a madrugada, dormiram na chuva, tiveram mais pertences roubados, sofreram mais ameaças a noite, e permanecem no local em busca de apoio que impeça novos episódios de violência e permita a permanência dos ocupantes no local que lhes pertence.

Durante esses anos , de 2012 até hoje, a luta da Aldeia Marakanã congregou vários apoiadores, em diversos momentos. Incluindo gente como o o músico e compositor Jards Macalé, o músico e ativista Marcelo Yuka, quase a totalidade dos movimentos sociais presentes na cidade, e, principalmente, o apoio das pessoas comuns e solidárias a uma causa evidentemente justa. Pedimos, com todo coração, que nesse momento frágil e decisivo, todos se façam presentes pela defesa da vida das pessoas pioneiras que integram a Universidade Índigena Aldeia Marakanã.

O ato de apoio será realizado a partir das 15 horas desse domingo, em frente ao Museu do Índio.

Divulguem. Compareçam.

~

 

fotos Railane Borges

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